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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Projeto SISGAAZ

A Marinha do Brasil formalizou a solicitação de Propostas para o Desenvolvimento do Sistema
de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz), através de evento que teve uma apresentação
do Vice-Almirante Antonio Carlos Frade Carneiro, Diretor da Diretoria de Gestão de
Programas Estratégicos da Marinha (DGePEM).
O evento foi realizado na Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, na sexta-feira (17JAN14), com
grande presença de representantes de empresas nacionais e estrangeiras.
O que é o SisGAAz
Apesar do nome dado ao Programa incluir a expressão “Amazônia Azul”, normalmente associada à
área oceânica, a cobertura do SisGAAz abrangerá as Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB) e as
áreas internacionais de responsabilidade para operações de Socorro e Salvamento (SAR – Search
and Rescue)..
A Amazônia Azul (AAz) é composta pela área da Zona Econômica Exclusiva - ZEE (3.500.000
km2), que constitui propriedade exclusiva do país, e pela Plataforma Continental (911.000 km2), o
prolongamento natural da massa terrestre de um país costeiro1, que estende a propriedade pública
do país em até 350 milhas marítimas por toda a costa. Essa é uma imensa área, tão rica quanto à
própria Amazônia Verde, totalizando 4,5 milhões de km2.
As áreas internacionais de responsabilidade para operações de Socorro e Salvamento (SAR –
Search and Rescue), acertadas junto a Organização Marítima Internacional (International Maritime
Organization – IMO) somam cerca de 10 milhões de km2.
O desenvolvimento do software, ou programa de computador principal, do SisGAAz, permitindo
que os sensores e interfaces sejam integrados e as funcionalidades sejam disponibilizadas aos
usuários já é parte do requisito do Módulo 1.

Metas contidas nos Módulos

• Desenvolver o Software Principal do SisGAAz
• Integrar Sistemas Existentes da MB
• Integrar Sistemas Existentes do MD, do EB e da FAB
• Integrar Sistemas Existentes em outras Agências
• Instalar o SisGAAz nos Centro Operacionais (CO) de nível Comando (15 na MB)
• Implantar Monitoramento nas Áreas de Vigilância
• Instalar o SisGGAz nos CO de nível Força e Unidade
• Integrar Meios Navais ao Sistema

 

Fonte: www.defesanet.com.br
 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Vision-Box América Latina

Leidivinho Natal da Silva

Diretor da Vision-Box América Latina
Ao longo da vida, todos nós interagimos com o Estado em diferentes níveis, adquirindo, dependendo da entidade com que lidamos uma “identidade” diferente
 
Ao longo da vida, todos nós interagimos com o Estado em diferentes níveis, adquirindo, dependendo da entidade com que lidamos uma “identidade” diferente: para a área fiscal (Receita Federal), podemos ser um cidadão exemplar, mas porque não pagamos diferentes taxas em diferentes áreas como exemplo multas, impostos, empréstimos, etc.), podemos, para a área de finanças, estar em falta ou negativado. A identidade do cidadão está, portanto, fracionada, não existindo uma visão holística da identidade do cidadão, que seja consistentemente verificada, monitorada e enriquecida a cada interação com o Estado.

A identidade do cidadão deve ser única e inequívoca. E quanto mais a cadeia da identidade do cidadão está quebrada, mais vulnerável está um país a falhas de segurança, fraudes, roubo da identidade, e, consequentemente, gera uma elevada insatisfação pelo serviço que é oferecido aos cidadãos.

Um dos principais pontos críticos no desenvolvimento e implementação de uma forte cadeia de confiança da identidade do cidadão começa no momento do cadastramento e pela combinação da informação biométrica e biográfica.

Os dados biométricos recolhidos têm de ter qualidade e obedecer a critérios que permitam a sua utilização em segurança, seja num cartão de identidade, num passaporte e em qualquer outro documento que seja usado como token de segurança para autenticação e identificação do seu usuário.

Outro fator importante é a necessidade de reduzir erros no cadastramento, muitas vezes relacionados com a intervenção humana, e aumentar a segurança na distribuição do cartão seja devido a limitações de logística ou então devido a atos de natureza criminal.

Para endereçar estes desafios, a Vision-Box tem trabalhado com Governos de vários países, no sentido de suportar as suas estratégias e partilhar a experiência e melhores práticas adquiridas na implementação de vários projetos de gestão de identidade.

A oferta da Vision-Box baseia-se em soluções completas que combinam as melhores estações integradas de cadastramento do mercado, como sejam Quiosques, desktops e malas portáteis, com soluções informatizadas que permitem a consolidação das interações do cidadão com o Estado.

No Brasil, a Vision-Box, no âmbito do projeto SINPA (Sistema Nacional de Passaporte) e em estreita colaboração com a Policia Federal, está implementando o programa “Kit de Entrega” que permitirá a validação biométrica da impressão digital do cidadão contra a que está armazenada no passaporte eletrônico, garantido assim que apenas o legítimo usuário possa retirar o seu novo passaporte eletrônico brasileiro. Adicionalmente, no âmbito do projeto STI (Sistema de Tráfego Internacional), a Vision-Box foi também responsável pelo fornecimento do “Kit de Controlo de Fronteira” e a integração com os sistemas internos que permitirão um controle de fronteiras nacional mais eficiente, seguro e rápido, aumentando assim o nível de proteção das fronteiras brasileiras.

No sentido de dar uma resposta mais apropriada às várias solicitações dos seus serviços, não só no Brasil, mas em toda a América Latina, a Vision-Box inaugurou o seu novo escritório em São Paulo, passando a ter uma representação direta neste mercado, estando mais perto dos seus clientes e criando a necessária infraestrutura para oferecer um serviço inovador, diferenciado e de qualidade ímpar.

Fonte: www.abrid.org.br

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Helicopteros para SAMU/RS - Resultado

Como já se sabia, o resultado da licitação 980/CELIC/2013, para a aquisição de dois helicópteros para a Secretaria da Saúde do RS, não deu outra. São Koalas AW 119, fornecidos pela Aeromot. O assunto esta agora na Promotoria Pública do RS e Tribunal de Contas do Estado.
Esta aquisição, em seu nascedouro, visava atender a Copa 2014. Com o advento da Boate Kiss e o uso dos helicópteros militares para transporte de vitimas para Porto Alegre, descobriu-se a necessidade de adquirir aeronaves para atendimento SAMU. A base dos estudos foi o sistema ADAC alemão, o melhor serviço aeromédico do mundo. Resguardadas as proporções, projetou-se 5 helicópteros para atender as áreas de maior população do estado. Nos estudos, verificou-se que o mais adequado são os biturbinas, principalmente pelos seus espaços internos, autonomia de voo, etc. Para pilotar estas UTIs aéreas, nada melhor do que a nossa glorioso Brigada Militar, com seus pilotos maravilhosos. Temos também excepcionais pilotos na nossa valorosa Policia Civil.
O erro: A equipe que vinha fazendo os estudos foi substituída por outra e zerado o processo. Ano de eleições, decisões apressadas e contenção de despesas, virou um monoturbina multimissão. Mesmo os apaixonados pelo Koala, hão de convir que não é a aeronave mais adequada para uma missão aeromédica, pois não tem altura suficiente para um RCP, as pernas vão para dentro da cauda, etc. A indignação que ronda os corredores da Secretaria Estadual da Saúde, é que o dinheiro da saúde esta indo para aeronaves policiais, sem qualquer vantagem para a área médica. Resgate é uma coisa, aeromédico é totalmente diferente. O que falta é a padronização dos tipos de aeronaves a serem utilizadas para cada serviço (até porque, SMJ, os treinamentos e hangares devem serem diferenciados). Só profissionais médicos e pilotos, possuem esta capacidade de ajudar a normatizar, junto ao Ministério da Saúde, Justiça, Defesa e Ambiental, estas máquinas maravilhosas. Um abraço.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Helicopteros para o SAMU/RS

MODALIDADE: PREGÃO ELETRÔNICO
TIPO DE LICITAÇÃO: MENOR PREÇO
DATA: 27/12/2013
RECEBIMENTO DAS PROPOSTAS: até às 09:00 horas do dia 27/12/2013
ABERTURA DAS PROPOSTAS: às 09:05 horas do dia 27/12/2013
LOCAL: www.compras.rs.gov.br ou através do "link" no site da CELIC www.celic.rs.gov.br.
FORMALIZAÇÃO DE CONSULTAS (Ouvidoria):
Telefone: (0xx51) 3288-1176 ou e-mail: ouvidoriacelic@sarh.rs.gov.br
REFERENCIAL DE TEMPO: Horário de Brasília (DF)

1. DO OBJETO

1.1 Aquisição de 02 (duas) aeronaves de asas rotativas (helicóptero) com condições de realizar missões de radiopatrulhamento, transporte de pessoal, equipamentos, busca e salvamento, resgate,  combate a incêndio e ações de defesa civil, com capacidade de transporte de além dos dois (02) pilotos, mais seis (06) Policiais Militares, devidamente enquadradas nas exigências do Federal Aviation Administration - FA (Regulamento FAR-27) para voo VFR diurno e noturno, aeronave nova, tipo helicóptero leve, conforme Anexo III - Termo de Referência.

Obs: Até onde eu sei, só tem um mono-turbina que atende este edital.

Vagas para Comite Organizador das Olimpiadas Rio 2016

Conheça as oportunidades e faça parte do time Rio 2016™!

Para se candidatar, cadastre o seu currículo para a vaga pretendida. Caso o seu perfil não se enquadre em nenhuma das posições abaixo, aguarde a divulgação de novas vagas ou clique aqui para se cadastrar em nosso banco de dados. Todas as oportunidades são divulgadas apenas no site www.rio2016.com, e os candidatos deverão passar por um processo seletivo conduzido pelo Rio 2016™, sem cobrança de qualquer taxa para o candidato.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Sobre o FUST



Caro Diógenes Casagrande,


Agradecemos sua correspondência enviada ao gabinete, solicitando apoio da Senadora Ana Amélia junto ao Ministério das Comunicações. Informo que estivemos no Ministério - Secretaria de Comunicação, buscando informações sobre o assunto e foi nos dada a seguinte informação conforme texto abaixo:


Existem restrições de ordem legal que vêm dificultando a utilização de recursos do FUST. Isto porque o Tribunal de Contas da União – TCU manifesta o entendimento de que os recursos do FUST só podem ser aplicados na universalização do serviço de telefonia fixa (serviço prestado em regime público). A esse respeito, vale notar que no setor de telecomunicações existem dois regimes distintos de prestação dos serviços, segundo a Lei Geral de Telecomunicações (Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997): o regime público e o regime privado. O regime público é prestado sob a forma de concessão e contempla obrigações de universalização, sendo o STFC (telefonia fixa) o único serviço prestado em regime público. Outros serviços, como a telefonia móvel (celular) e a Internet em banda larga são prestados em regime privado e, portanto, não estão sujeitos a obrigações de universalização, motivo pelo qual o TCU entende que os recursos do FUST (fundo de universalização) não podem ser utilizados para ampliar o acesso aos serviços de telefonia móvel e de banda larga.

Sendo assim, qualquer projeto que venha a pleitear o uso de recursos do FUST, segundo o entendimento atual do TCU, deve necessariamente restringir seu escopo à telefonia fixa.

Atualmente, o único projeto que conta com recursos do FUST foi aprovado pelo Decreto nº 6.039, de 7 de fevereiro de 2007, que aprovou o  Plano de Metas para a Universalização do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) em Instituições de Assistência às Pessoas com Deficiência Auditiva. O objeto desse plano é o fornecimento de acessos individuais ao STFC (telefones fixos), o pagamento mensal da assinatura básica (de telefonia fixa) e o fornecimento, instalação e manutenção de equipamentos de interface que permitam a comunicação entre pessoas com deficiência auditiva, nas dependências de instituições de assistência a essas pessoas, independentemente da sua localização geográfica.

Mais informações sobre o FUST podem ser encontradas no sítio da Anatel (www.anatel.gov.br), clicando em “Documentos e Publicações”, depois em “Acervo Documental”, selecionando a opção “Relatórios”, e depois a opção “de Prestação de Contas”. A partir desse ponto, basta digitar a palavra “FUST” no campo “Filtrar Conteúdo”, e será possível baixar a última versão disponível do Relatório de Gestão do FUST (Exercício 2011).  

Vale ressaltar também que, diante das restrições legais que vêm impedindo a utilização de recursos do fundo, o Governo Federal vem buscando ampliar a cobertura dos serviços de telecomunicações por meio de obrigações assumidas pelas empresas nos editais de licitação de radiofrequência. A título de exemplificação, o Edital de Licitação n.º 004/2012/PVCP/SPV – ANATEL (Edital “Banda Larga Rural e Urbana”) prevê o atendimento com serviço de voz e dados, até 31 de dezembro de 2015, das áreas compreendidas até a distância de 30 km do limite das localidades sede de todos os municípios brasileiros.  O atendimento será realizado preferencialmente na faixa de 450 MHz que, pelas características de propagação, é mais adequada para o atendimento de áreas rurais e regiões remotas. No Estado do Rio Grande do Sul, essa obrigação de atendimento recai sobre a operadora Oi. Encaminho em anexo um resumo dos compromissos de abrangência assumidos pelas operadoras de telecomunicações nos últimos editais de radiofrequência, divulgado pela Anatel.

Outra iniciativa que também merece comentário se refere aos termos de compromisso assinados entre o Ministério das Comunicações, a Anatel e as concessionárias de telefonia no âmbito do Plano Nacional de Banda Larga – PNBL e que preveem a oferta de um plano popular de 1 Mbps de velocidade por R$ 35,00. Mais informações podem ser obtidas no link http://www.mc.gov.br/acoes-e-programas/programa-nacional-de-banda-larga-pnbl/municipios-atendidos/252-temas/programa-nacional-de-banda-larga-pnbl/23723-termos-de-compromisso.

Por fim, destaco que encontra-se em tramitação no Congresso Nacional o PL nº 1481/2007, que busca ampliar as possibilidades de utilização de recursos do FUST, de modo a superar o entrave legal hoje existente. A matéria está aguardando inclusão na pauta de votação da Câmara dos Deputados.

Estaremos acompanhando a tramitação deste assunto junto ao Congresso.

Cordialmente,

 Robson Vieira Soares
Assessor Parlamentar
Gabinete da Senadora Ana Amélia
( 61 3303.6089 / 6083 )

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Helibras faz testes com o primeiro EC725 produzido no Brasil

Helibras faz primeiro voo com o EC725 produzido no Brasil Foto: Divulgação
Helibras faz primeiro voo com o EC725 produzido no Brasil
Foto: Divulgação
A Helibras realizou na quinta-feira o primeiro ensaio em voo de uma unidade do EC725 completamente produzida na planta da empresa em Itajubá (MG). Segundo a empresa, a fábrica na cidade mineira inicia agora a terceira etapa de nacionalização dos helicópteros, recebendo itens de pré-equipagem, equipagem elétrica e mecânica, além de instalação dos pacotes de missão. A previsão é de que o helicóptero esteja pronto para entrega no segundo semestre de 2014.
O EC725 será destinado à Marinha e o primeiro voo foi acompanhado por pilotos da corporação e integrantes da Helibras. De acordo com a fabricante, um contrato assinado entre a Helibras/Eurocopter e o comando da Aeronáutica, em 2008, no valor de 1,9 bilhão de euros, o que possibilitou o investimento de R$ 420 milhões na planta de Itajubá.
Com o acordo, a Helibras se comprometeu a produzir no Brasil 50 helicópteros multimissão de grande porte com 50% do conteúdo nacional. Além do EC725, a fabricante também produzirá o EC2225, versão civil da mesma aeronave, na planta de Itajubá. O prazo para a entrega das 50 aeronaves às Forças Armadas é 2017.

Fonte: www.terra.com.br